Texto de Utilidade Pública

Texto de utilidade pública

Situação 1.

Imagine que você está no mercado e vê passar uma mulher com sua filha. Esta mulher não é sua amiga, mas você a conhece de vista, o famoso “não conheço mas sei quem é”. Você olha para a filha da tal mulher e acha a menina feia. Por algum motivo a fisionomia da menininha não condiz com o padrão de beleza que você tem em sua mente. O que você faz?

a.  Você passa reto e segue sua vida normalmente.

b. Você anda para outra direção e segue sua vida normalmente.

c. Você vai até a tal mulher e a informa que a filha dela é muito, muito, muito feia.

d. Você vai até a mulher, para na frente dela, e liga para a sua amiga: “Oi fulana, eu por acaso encontrei a Beltrana. Nossa você não tem idéia de como a filha dela é feia pra caceta. Quando der passa aqui pra ver.”

Situação 2.

Você vai VOLUNTARIAMENTE até a uma palestra GRATUITA sobre um assunto que te interessa. Ao assistir a palestra você percebe que discorda das opiniões e visões do palestrante. O que você faz?

a. Se retira do ambiente e segue sua vida normalmente.

b. Levanta a mão, e educadamente expressa sua opinião. Engajando em uma discussão construtiva e interessante.

c. Você levanta, vai até o palestrante, e usa palavras “chulas” para o ofender.

d. Você levanta, vai até o palestrante, e liga para sua amiga: “Fulana, estou aqui na palestra do Beltrando. Credo amiga, você não tem idéia de como ele é um burro, imbecil, retardado.

Situação 3.

Você esta no parquinho com seus filhos e encontra a mesma mulher da situação 1 (aquela que você conhece mas não sabe quem é). A tal mulher está dando um sanduíche de queijo para o filho. Você acredita que queijo é um alimento altamente cancerígeno, o que você faz?

a. Segue sua vida normalmente.

b. Vai até a mulher e explica para ela o seu conhecimento sobre os malefícios do queijo.

c. Você vai até a mulher e a informa que ela é a pior mãe do mundo e que ela está matando o próprio filho.

d. Você vai até a mulher, pega o seu telefone e liga para sua amiga: “Fulana, eu estou aqui no parque, e a Beltrana está aqui dando queijo para o filho. Ela é uma bruxa louca, deveria perder a guarda da criança.

FIM.

A internet tem esse poder de colocar uma cortina entre a pessoa que escreve e a pessoa que lê. Quando você vai na página de alguém, por livre e espontânea vontade, e deixa palavras negativas para o dono da página e para sua família, você não está fazendo diferente do que todas as opções C das situações narradas acima.

Quando você marca uma amiga nos comentários e faz comentários negativos para que sua amiga possa ler, você está usando a opção D de todas as situações acima.

Isto é válido para a minha página, para a sua página, para a página de artistas, modelos, para a página de qualquer ser humano.

Antes de digitar o seu comentário, tire a cortina dos olhos, e tente se colocar na mesma situação na vida real. Será que você usaria as mesmas palavras? Na dúvida, não escreva. Afinal, existe sempre a maravilhosa, linda, gostosérrima, tudo de bom, exuberante opção a: Siga sua vida normalmente e seja feliz!

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